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WTF – É sempre a solução mais simples

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Category : oops!, Sistemas, WTF

Essa veio do Rafael Dourado, e fica como exemplo para todos nós: sempre procure o teclado!

Um colega de trabalho – sonoplasta – usa dois computadores, pela necessidade de gerenciar os áudios para gravações de programas de TV.

Numa das máquinas também é feita a edição de áudio de vinhetas. Como as máquinas ficam “uma em cima da outra” e nunca lembramos qual é qual, sempre que se precisa de algo liga-se as duas.

Num dos dias, uma das máquinas começa a apitar – aquele apito que costuma avisar que tem conflito de hardware (ou algo do gênero, já que não havia nenhum “entendido” no assunto na empresa no momento). Só uma delas, a outra liga normalmente. Claro, a que fica com o apito constante é justamente aquela que precisamos no momento.

Após várias “religadas” sem efeito, o chefe chega e dá uma olhada – o risco de algo ter “se soltado” lá dentro não está descartado. E o ruído de “problema de harware” já denuncia isso, se bem que, prestando atenção, é na verdade o ruído de tecla travada…

Somente então lembra-se de olhar para o teclado – que, assim como as máquinas, também estavam empilhados – e o da máquina “com problema” embaixo… Daí o ruído e daí o porquê o windows parava sempre no mesmo lugar…

Foi constrangedor constatar que a solução do problema consistia somente em tirar o teclado de cima do outro…

WTF – Mas daria certo, se estivéssemos em 2005…

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Category : oops!, WTF

O Rafael Dourado, mandou uma listinha de WTF’s, mas essa é a de hoje já que… me lembrou bons momentos no meu trabalho!

Durante a complexa elaboração do projeto de graduação de um curso – curso esse que constava com diversas disciplinas no laboratório de informática – um aluno se mostrava bastante alarmado e confuso. Estávamos às vésperas da entrega e ele não conseguia formatar o texto do seu projeto pra caber no padrão de sua monografia (um padrão rigoroso de espaçamento, parágrafos e afins).

Não demoramos muito pra entender o porquê.

O texto foi escaneado – como uma imagem Bitmap. As palavras daquelas páginas e páginas não eram “selecionáveis” a partir do arquivo para serem então coladas no Word e receberem a formatação adequada. E, por ser um texto em português, e ser o ano 2001, sabemos que nenhum OCR seria capaz de fazer a conversão daquelas imagens em texto de maneira satisfatória a tempo de se entregar o trabalho.

O aluno em questão conseguiu um prazo extra. Salvo engano, ele aproveitou o prazo para digitar o texto inteiro, que levaria menos tempo do que corrigir um “trace” automático do OCR.

O mais complicado é que, muito provavelmente, as páginas daquela matéria usada deveriam existir já disponíveis na internet…